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Continuar comprando“A elegância nasce do silêncio das mãos que moldam o belo.” – Émile Lenogue
O ano era 1895. A França vivia um de seus períodos mais férteis no campo da arte, ciência e sociedade: a Belle Époque. Era o tempo de Monet, Toulouse-Lautrec, dos primeiros filmes dos irmãos Lumière e da eletrificação das grandes cidades. O país respirava um otimismo pós-revolucionário, e Paris se consolidava como capital mundial da cultura e da sofisticação.
Longe da agitação da capital, nos campos dourados da Provença, uma região marcada por lavandas, colinas, luz natural e vilarejos de pedra, nascia Émile Lenogue. Seu berço foi o vilarejo fictício de Saint-Aurèle, entre Avignon e Aix-en-Provence, cercado por vinhedos e pelas tradições artesanais da região.
Émile era filho de Louis Lenogue, um marceneiro respeitado localmente por seus entalhes em carvalho e nogueira, e de Margaux, uma costureira e bordadeira que criava cortinas e estofados para casas burguesas e pequenos hotéis da região. A casa dos Lenogue era, ao mesmo tempo, oficina, ateliê e lar – um verdadeiro laboratório de texturas, aromas e saberes manuais.
Ainda criança, Émile passava as tardes observando o pai talhando molduras ornamentadas e a mãe alinhavando tecidos com desenhos florais, seguindo a tradição do "artesanato funcional", onde cada peça tinha tanto um propósito quanto uma presença estética. Essa formação visual e sensorial moldaria para sempre sua percepção de beleza: beleza que nasce da matéria-prima e ganha alma nas mãos humanas.
Durante uma visita à cidade de Arles, ainda adolescente, Émile conhece uma exposição itinerante de mobiliário influenciado pelo movimento Art Nouveau, que começava a se espalhar pela Europa. Curvas inspiradas na natureza, ornamentos fluidos e uma nova relação entre arte e função chamaram sua atenção. Ali, pela primeira vez, ele entende que o que seus pais faziam — de forma intuitiva e prática — era, na verdade, uma forma legítima de arte.
Movido por esse encantamento, começa a estudar por conta própria: coleciona revistas e catálogos vindos de Paris, copia desenhos de vitrines em cadernos e começa a rascunhar suas próprias ideias de móveis e objetos decorativos.
Aos 17 anos, Émile cria sua primeira peça original: uma cadeira de jantar entalhada com arabescos inspirados nas videiras locais e forrada com linho bordado pela mãe. A peça é vendida a um pequeno restaurante em Avignon, e o proprietário comenta: “Elle a quelque chose de spécial… C’est une vraie pièce de Lenogue.” (“Ela tem algo especial… É uma verdadeira peça Lenogue.”)
A partir desse momento, o sobrenome Lenogue passa a circular como sinônimo de peças únicas, feitas à mão, com atenção aos detalhes e um certo charme francês difícil de explicar, mas impossível de ignorar.
“Em Paris, descobri que beleza não é apenas forma – é gesto, é ideia.” – Émile Lenogue
Em 1907, aos 22 anos, Émile Lenogue parte de Saint-Aurèle rumo à capital francesa. Era uma época em que Paris respirava arte em cada esquina. A cidade vivia uma era de ouro criativo: nas galerias, o Fauvismo e o Cubismo emergiam com artistas como Matisse e Picasso; nas ruas, a Arquitetura Art Nouveau já desenhava portais ondulados e vitrais coloridos.
No design, movimentos como Arts and Crafts e Jugendstil começavam a influenciar o mobiliário e os interiores, propondo uma reconexão com a matéria-prima e com o trabalho manual – exatamente o que Émile trazia em sua bagagem provençal.
Em Paris, Émile consegue um estágio como auxiliar em um pequeno ateliê que produzia mobiliário sob encomenda para cafés, bistrôs e maisons bourgeoises. Sua sensibilidade natural o faz se destacar rapidamente. Com boas referências, consegue uma colocação temporária como aprendiz de acabamento em um dos ateliês associados à lendária Maison Jansen – uma das primeiras casas internacionais de design de interiores, fundada em 1880.
Na Jansen, Émile tem contato com projetos para palácios europeus, embaixadas e hotéis de luxo. Aprende sobre proporções clássicas, combinações cromáticas e a importância do “silêncio visual” – um conceito que viria a marcar suas futuras criações: ambientes que impressionam não pelo excesso, mas pela harmonia.
Émile frequenta as exposições do Salon d’Automne, onde conhece o trabalho de artistas como Émile Gallé, Hector Guimard e Charles Rennie Mackintosh. Inspira-se na organicidade do Art Nouveau, mas começa a desenvolver um estilo mais contido, que equilibra forma e função – uma espécie de “minimalismo ornamental”, onde cada detalhe carrega um propósito.
Em 1912, um dos seus móveis – um aparador de nogueira com puxadores em bronze fundido e detalhes inspirados na arquitetura de Gaudí – é incluído como peça colaborativa em uma exposição paralela ao Salon d’Automne. Críticos elogiam a “poesia funcional” da peça. Émile começa, aos poucos, a ser reconhecido não só como artesão, mas como criador de atmosferas.
Neste período parisiense, consolidam-se três valores centrais que acompanhariam a marca para sempre:
Design como expressão cultural: cada peça carrega uma história, um tempo, uma memória.
A elegância do essencial: menos sobre ostentação, mais sobre presença e sofisticação silenciosa.
A fusão entre técnica e sensibilidade: a precisão artesanal com a emoção do gesto artístico.
Mas esse período efervescente e criativo seria interrompido pela chegada da Primeira Guerra Mundial, em 1914. Como muitos jovens franceses, Émile é convocado. Parte para o front com um caderno de esboços no bolso e a promessa de que, se voltasse, dedicaria sua vida à criação de beleza – como forma de resistência ao caos.
Este capítulo marca a transição da marca Lenogue de uma herança artesanal para uma visão autoral. Émile deixa de ser apenas um executor de encomendas e passa a moldar uma estética própria, refinada e emocionalmente potente.
“Não basta criar o belo – é preciso criar o memorável.” – Émile Lenogue
Depois de sobreviver à Primeira Guerra Mundial, Émile Lenogue retorna a Paris em 1919. Os horrores do front haviam deixado marcas profundas, mas também uma urgência vital: a de criar beleza como um antídoto à brutalidade. A Europa buscava recuperar-se da devastação. A estética do momento já não era mais a mesma. O Art Nouveau, com suas linhas orgânicas e exuberância, começava a ser substituído por algo mais racional, geométrico e cosmopolita: o Art Déco.
Émile compreende essa transição e, mais do que acompanhar a tendência, propõe uma síntese: une o rigor das linhas retas ao calor dos materiais naturais. Uma elegância menos ornamental e mais arquitetônica. Uma beleza que dialogava com a reconstrução do mundo.
O marco estético da década ocorre em 1925, com a Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, realizada em Paris. Foi ali que o mundo conheceu o estilo que ficaria conhecido como Art Déco – uma fusão de luxo, funcionalidade e modernidade.
Émile visita a exposição como convidado técnico e volta transformado. Percebe que era hora de sair dos bastidores e consolidar sua própria marca.
Em 1926, nas margens do Rhône, em Lyon, Émile inaugura o Atelier Lenogue, com a proposta clara: criar peças sob medida e projetos decorativos completos para cafés, hotéis, casas noturnas e residências que buscavam sofisticação atemporal.
A escolha por Lyon, e não Paris, foi estratégica. A cidade era um polo têxtil, com tradição em seda e tapeçarias, e oferecia um mercado emergente de luxo regional ainda pouco explorado.
O atelier funcionava como um laboratório de expressão, reunindo marceneiros, tapeceiros, serralheiros e artistas plásticos em uma abordagem colaborativa. Não se tratava apenas de vender móveis – tratava-se de compor atmosferas.
O estilo que começa a ganhar forma é reconhecível:
Materiais nobres como nogueira, mármore e bronze envelhecido.
Padrões geométricos inspirados no Art Déco, mas suavizados por curvas sutis e texturas orgânicas.
Paletas com tons profundos: verde oliva, azul petróleo, dourado queimado.
Uma obsessão por acabamentos manuais, que conferem individualidade a cada peça.
Em pouco tempo, o nome Lenogue começa a circular entre arquitetos e designers como referência de exclusividade e consistência estética.
A fama silenciosa do atelier ultrapassa fronteiras. Em 1929, um hotel boutique em Genebra encomenda a ambientação completa de seu salão de chá, seguido por um restaurante em Turim, na Itália. São os primeiros projetos internacionais da Lenogue – sempre por indicação direta, sempre com controle rigoroso sobre cada detalhe.
Nesse período, o atelier também começa a colaborar com artistas gráficos para criar catálogos ilustrados, que hoje são considerados relíquias editoriais do design europeu.
A chegada dos anos 30 traz instabilidade: a Crise de 1929 afeta as economias europeias, e o cenário político começa a se tensionar. Mas, curiosamente, é nesse ambiente que a marca Lenogue fortalece sua identidade: enquanto muitos produtores recorrem à industrialização para reduzir custos, Émile mantém o foco no feito à mão, personalizado e exclusivo. Esse posicionamento atrai um público mais exigente e fiel.
Até 1939, ano que marca o início da Segunda Guerra Mundial, a Lenogue já havia assinado projetos em cinco países, consolidando-se como uma casa de design boutique com espírito europeu e alma artesanal.
“O verdadeiro luxo não precisa anunciar sua presença. Ele simplesmente transforma o ambiente.” – Jean-Pierre Lenogue
Após a Segunda Guerra Mundial, a Europa entra em um ciclo intenso de reconstrução urbana, social e cultural. Cidades destruídas começam a se reinventar, e com elas, o design de interiores assume um papel essencial: não apenas decorar, mas restaurar o sentido de normalidade, beleza e identidade.
Émile Lenogue, já com mais de 60 anos, decide passar a direção do atelier para seu sobrinho e discípulo, Jean-Pierre Lenogue, formado em Arquitetura pela École des Beaux-Arts e com passagens por estúdios de design escandinavo.
Essa transição de liderança marca o início de uma nova era para a marca: mais arquitetônica, mais internacional, mais sutil.
Nos anos 1950, enquanto o mundo presencia o surgimento do design moderno industrial (influenciado pela Bauhaus e pela escola escandinava), a Lenogue decide seguir um caminho alternativo: em vez de apostar na produção em massa e no visual “clean” padronizado, refina sua assinatura artesanal e a integra com soluções arquitetônicas.
Jean-Pierre propõe o conceito de “ambientes silenciosos” – espaços que falam mais pelo equilíbrio de materiais, iluminação e composição do que por elementos chamativos. É a antítese do exibicionismo: o verdadeiro luxo percebido apenas por quem sabe olhar.
Essa abordagem atrai um público específico: diplomatas, hoteleiros, diretores de cinema, artistas e colecionadores. Pessoas que buscavam mais do que móveis bonitos – queriam ambientes com alma e contexto.
Nos anos 60, a Lenogue assina projetos de interiores em cidades como Nice, Cannes e Saint-Tropez, trabalhando em colaboração com arquitetos locais na ambientação de hotéis boutique, vilas particulares e restaurantes à beira-mar.
Destaque para:
Hôtel du Lys, em Antibes (1961): ambientado com madeiras claras, tecidos naturais e iluminação indireta, tornou-se referência de acolhimento refinado.
Le Petit Musée, um restaurante em Aix-en-Provence (1966), que combinava arte local com mobiliário exclusivo da Lenogue – um dos primeiros projetos a integrar arte e design como experiência única.
Essa fase é marcada por uma série de inovações discretas:
Uso de materiais naturais envelhecidos de forma controlada (latão patinado, couro natural, madeira com marcas preservadas).
Introdução de painéis de parede, boiseries contemporâneos e iluminação integrada ao mobiliário.
Desenvolvimento de peças multifuncionais para ambientes de hospitalidade, respeitando estética e ergonomia.
Ao invés de se posicionar como “marca de móveis”, a Lenogue começa a ser vista como curadora de atmosferas.
Durante esse período, a Lenogue estabelece parcerias com galerias de arte e escolas de design, incentivando jovens artistas a criar peças sob encomenda para projetos especiais. Alguns desses nomes, mais tarde, se tornariam importantes escultores e designers franceses.
Jean-Pierre também passa a publicar ensaios sobre “espaço emocional” em revistas como L’Architecture d’Aujourd’hui, consolidando a Lenogue como uma marca com visão e pensamento estético próprios.
Ao longo da década de 60, a marca começa a aceitar convites para projetos fora da França, sempre de forma criteriosa e personalizada. Alguns destaques:
Salão de eventos do Consulado Francês em Genebra (1964).
Suíte presidencial do Hotel Excelsior, em Lisboa (1968).
Participação discreta em um projeto colaborativo no Hotel Danieli, em Veneza (1970).
Nada de catálogos em massa, feiras comerciais ou franquias. A Lenogue operava no boca a boca entre círculos seletos, mantendo sua aura de exclusividade.
“Expandir não é crescer em volume, é crescer em profundidade.” – Jean-Luc Lenogue
A década de 1980 trouxe um mundo mais conectado, mais rápido – e mais sedento por autenticidade. Após os anos de reconstrução do pós-guerra e a revolução cultural dos anos 60 e 70, surgia um novo tipo de consumidor global: mais cosmopolita, mais exigente, mais sensível a narrativas de origem.
No mercado de luxo, especialmente no design e na hotelaria, crescia a demanda por experiências personalizadas e memoráveis. O luxo deixava de ser apenas “grande” e passava a ser inteligente, emocional e identitário.
É nesse cenário que entra Jean-Luc Lenogue, filho de Jean-Pierre, formado em História da Arte pela Sorbonne e com pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais em Florença. Ele assume a direção criativa e estratégica da marca com um novo olhar: respeitando o legado, mas expandindo as possibilidades.
Jean-Luc entendeu que a Lenogue não precisava “exportar produtos” – precisava levar sua filosofia de design ao mundo. Assim, ao invés de abrir lojas ou franquias, ele opta por um modelo boutique de expansão por projetos: colaborações com arquitetos, designers de interiores e hoteleiros de diferentes países que buscavam sofisticação autoral.
Essa estratégia dá certo. Em menos de uma década, a Lenogue passa a assinar projetos na Suíça, Itália, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Japão e Brasil, sempre mantendo seu processo artesanal, feito sob medida e com produção limitada.
Hotel Mirador, em Montreux (1984) – suítes com painéis de madeira reciclada tratada com técnicas de envelhecimento naturais.
Maison privée na Toscana (1989) – ambiente de integração entre mobiliário rústico refinado e tapeçarias feitas à mão, com curadoria artística.
Restaurante La Cour, em Nova York (1993) – ambientado com peças exclusivas inspiradas em elementos parisienses do século XIX reinterpretados em estilo contemporâneo.
Em todos os casos, a Lenogue era contratada não como fornecedora, mas como autora do ambiente.
Nos anos 90, com o crescimento da mídia e da publicidade global, a Lenogue manteve sua filosofia de discrição absoluta. Nada de outdoors, anúncios em revistas ou feiras lotadas. Sua presença era sentida, não anunciada.
Clientes vinham por indicação, por reputação, por encontros em jantares de colecionadores ou visitas a espaços assinados pela marca.
A marca também começa a participar de eventos de design e cultura, não como expositora, mas como curadora de ambientes – como no Festival des Arts Décoratifs de Bruxelles (1996), onde assina o salão de recepção com uma instalação feita em parceria com artistas têxteis belgas.
Durante a década de 90, Jean-Luc é convidado a participar de um projeto de ambientação em um hotel boutique no bairro do Jardim Europa, em São Paulo. Encantado com o contraste entre a arquitetura modernista brasileira e a exuberância tropical, ele começa a visitar o país com frequência.
A partir dessa aproximação, a marca Lenogue começa a formar laços com arquitetos e designers brasileiros, que viam na marca francesa um contraponto elegante à estética tropical: um toque europeu que dialogava com a luz, o clima e a energia do Brasil, sem sobrepor-se a ela.
Essas primeiras colaborações plantariam a semente para a futura representação oficial da Lenogue no país – que aconteceria anos depois, mas cujas raízes estão aqui.
Ao final dos anos 90, a Lenogue já não era apenas um nome entre os ateliês franceses. Ela havia se tornado uma filosofia estética internacional, baseada em:
A exclusividade do feito sob medida
A fusão entre tradição europeia e expressão local
A criação de ambientes como forma de narrativa cultural
A recusa ao excesso, ao ruído, à superficialidade
“Mais do que assinar espaços, queremos inspirar encontros.” – Equipe Lenogue Brasil
O século XXI trouxe desafios inéditos para o mundo: globalização acelerada, novas relações com o espaço físico, transformação digital e uma crescente valorização da autenticidade. Em meio a esse cenário, a Lenogue, com sua história centenária, entendeu que não precisava se reinventar – precisava se reconectar com o essencial: criar beleza com propósito.
Essa reconexão levou a um movimento natural: ampliar a presença da marca em países que compartilham o apreço por elegância, cultura e sensorialidade. O Brasil, com sua riqueza estética, talento criativo e diversidade arquitetônica, tornou-se o destino ideal para esse novo capítulo.
E foi assim que nasceu a representação oficial da Lenogue no Brasil, com uma proposta clara: traduzir a herança francesa da marca em experiências contemporâneas, sensíveis e singulares para o público latino-americano.
Mais do que um novo mercado, o Brasil representa uma nova linguagem visual e emocional para a Lenogue. Aqui, a marca encontra:
Arquitetura moderna tropical, com referências que vão de Lina Bo Bardi a Isay Weinfeld.
Uma cultura de hospitalidade calorosa, presente em bares, restaurantes, hotéis e residências que valorizam o bem-receber.
Profissionais criativos e ousados, abertos ao diálogo entre tradição e inovação.
A atuação no Brasil nasce, portanto, não como uma extensão, mas como uma tradução da Lenogue em outro idioma estético.
A equipe brasileira da Lenogue não é apenas distribuidora ou ponto de contato comercial. Ela atua como curadora, consultora e coautora de projetos, trazendo para cada ambiente os valores fundamentais da marca:
A elegância atemporal
O feito sob medida com alma
A fusão entre arte, arquitetura e funcionalidade
Cada peça escolhida, cada material sugerido, cada composição proposta carrega consigo mais de um século de história – e o cuidado de quem entende profundamente o que aquele espaço precisa expressar.
Desde 2020, a atuação da Lenogue no Brasil tem se destacado em segmentos de alto padrão, com foco em:
Hotéis boutique e empreendimentos de hospitalidade autoral, onde o design é parte da experiência.
Restaurantes de chefs renomados, com ambientações que elevam o ritual da gastronomia.
Espaços corporativos premium, que valorizam identidade e bem-estar.
Residências com alma, em que cada detalhe conta uma história.
Em cada projeto, a Lenogue propõe mais do que decoração: propõe atmosferas que inspiram, acolhem e emocionam.
Consciente de seu tempo, a Lenogue Brasil adota uma postura ética e responsável, promovendo:
Materiais de origem controlada, reaproveitamento e técnicas de produção de baixo impacto.
Parcerias com artesãos, artistas e fornecedores locais, valorizando o talento brasileiro em diálogo com a estética francesa.
Um processo criativo centrado na empatia e na escuta ativa do cliente, para que cada projeto seja de fato único.
Hoje, mais do que nunca, o luxo não está no preço – está no cuidado com os detalhes, no silêncio da sofisticação, na história que um ambiente é capaz de contar. E é exatamente isso que a Lenogue propõe em solo brasileiro: uma nova forma de viver o design, onde estética e significado caminham juntos.
Em 2019, em um charmoso ponto de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, nascia a representação oficial da Lenogue no Brasil. Mais do que abrir um comércio físico, o projeto foi pensado como um espaço de curadoria e encantamento, onde cada objeto, tecido e peça mobiliária carregava consigo um traço da elegância francesa – e um convite à contemplação.
Inspirados pela tradição da marca, decidimos trazer ao Brasil não apenas produtos, mas uma filosofia de ambientação: uma forma de enxergar o espaço como extensão da identidade de quem o habita, seja um restaurante autoral, um hall corporativo ou uma casa cheia de histórias.
No ano seguinte, o mundo parou. A pandemia de COVID-19 mudou tudo: hábitos, rotinas, prioridades – e também o modo como nos relacionamos com os espaços à nossa volta. Com a restrição da circulação e o fechamento do comércio físico, fomos obrigados a nos reinventar rapidamente.
Mas não resistimos à mudança – abraçamos o digital como uma nova forma de conexão e inspiração. Levamos a Lenogue para o universo online sem perder o toque artesanal, sensorial e personalizado que sempre definiu a marca. Em vez de vitrines físicas, criamos experiências digitais com alma.
Começamos a atender clientes de todo o Brasil, ampliando nossa atuação para projetos em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e outras capitais, sempre mantendo o atendimento próximo, consultivo e sob medida.
Aos poucos, a Lenogue foi conquistando espaço no imaginário dos arquitetos, designers e clientes que buscavam mais do que produtos bonitos – buscavam ambientes com identidade, história e propósito. Em 2023, alcançamos um novo patamar de reconhecimento: consolidamos nossa presença no Brasil como referência em interiores de alta sensibilidade estética, com curadoria refinada e atendimento totalmente online.
A transição do físico para o digital não nos afastou das pessoas – ao contrário, nos aproximou. Ampliamos a escuta, personalizamos cada proposta, e criamos relações mais duradouras com nossos clientes. Cada projeto se tornou um mergulho profundo na essência de quem nos procura.
Representar a Lenogue no Brasil é um ato de tradução e reinvenção. Traduzimos o charme silencioso da estética francesa para o contexto vibrante, caloroso e sensorial da cultura brasileira. Não copiamos — reinterpretamos.
Nos inspiramos na leveza da luz tropical, na força das texturas naturais, nas formas da arquitetura brasileira, e na intensidade dos encontros que acontecem ao redor da mesa, da varanda, da sala de estar.
Cada peça que chega da França é escolhida com o olhar atento de quem sabe que sofisticação não é sobre exagero – é sobre intenção.
Atuamos com:
Consultoria estética e funcional para ambientes residenciais e comerciais;
Curadoria de peças para projetos de arquitetura e design de interiores;
Atendimento personalizado, humano e online, com foco em experiência e profundidade;
Criação de conteúdo que inspira, educa e conecta pessoas ao universo da decoração autoral.
Levamos a beleza atemporal da França a cada canto do Brasil com sensibilidade e propósito. Porque no fim, um ambiente bem pensado não só acolhe – ele transforma.
Hoje, a representação brasileira da Lenogue atua com um modelo 100% digital, mas com a mesma atenção aos detalhes de um ateliê físico. Cada peça que comercializamos é fruto de uma curadoria cuidadosa e criteriosa, pensada para atender um público que valoriza autenticidade, história e sofisticação sutil.
Não seguimos tendências passageiras. Selecionamos peças que conversam com a alma dos ambientes – sejam clássicas, contemporâneas ou atemporais – sempre com um olhar estético apurado, inspirado na tradição francesa, mas adaptado ao estilo de vida e às necessidades do público brasileiro.
Nosso catálogo não é vasto. É essencial. Preferimos apresentar menos, com mais profundidade e contexto. Cada móvel, objeto decorativo ou elemento de ambientação tem um propósito claro: compor atmosferas que emocionam, não apenas impressionam.
Essa história continua sendo escrita, todos os dias, por nós – apaixonados por estética, movidos por propósito, e inspirados pelo legado da Lenogue.
Do sul da França para o Brasil. Da tradição à transformação.
Lenogue Brasil
Onde design encontra identidade.
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